
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Ah, Maracujá!

Equívoco literário
Se eu pudesse viver novamente minha vida, Na próxima, trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Seria mais tolo ainda do que tenho sido. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico, correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da vida: claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos. Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos; não perca o agora. Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vida pela frente. Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.
Autor: X
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
A minha fofolete vale muito mais que ouro!!!
Era uma vez, uma menina que vivia muito bem com seus pais. Um dia sua mãe fica profundamente doente e antes de falecer presenteia a filha com uma boneca extremamente parecida com ela, inclusive nas vestimentas. A mãe diz assim:
“ - Esta boneca é para você, meu amor. Estas são minhas últimas palavras, querida. Se você se perder ou precisar de ajuda, pergunte à boneca o que fazer. Você receberá ajuda. Guarde sempre a boneca. Não fale a ninguém sobre ela. Essa é minha benção de mãe pra você.”
Após algum tempo o pai da menina casa-se novamente. Ele traz com ele uma madrasta ruim com duas filhas ainda piores. Nem é preciso dizer que elas judiam demais da menina. Ela se torna escrava delas e como é boa e bonita desperta cada vez mais raiva e inveja.
Um dia faz muito frio. Aquele frio terrível que entra nos ossos. Fora tudo está coberto de neve e é quase impossível que um ser humano consiga enfrentar os rigores do inverno. A madrasta e as filhas combinam de mandar a menina buscar fogo, para que possa padecer e sucumbir. Ela aceita a incumbência. Parece que tudo está perdido, mas ela leva a boneca em seu avental. Tudo que pergunta, a boneca responde, ela é seu guia na viagem empreendida rumo a casa da bruxa Baba Yaga, o único lugar onde o fogo pode ser encontrado. Muitos perigos são enfrentados no caminho, a menina enfim defronta-se com a bruxa; muitas tarefas lhe são impostas, mas a sabedoria advinda da boneca faz com que se saia muito bem. Finalmente ela retorna sã e salva, a madrasta e suas filhas são severamente punidas e a menina e o pai vivem felizes para sempre.
Este é um resumo dessa estória que é contada na Rússia, na Romênia, na Iugoslávia, na Polônia e em todos os países baixos.
É uma estória delicada, sensível e que me fez chorar ao ler e olhar para aquela bonequinha e constatar o quanto eu já tinha me apegado a ela e o quanto ela seria sempre, sagrada pra mim... É um conto que na verdade fala de um dom passado de mulher para mulher: a intuição. No caso, o melhor presente que minha mãe bruxinha poderia me dar, com a maravilhosa vantagem de estar aqui por perto.
Então, tenho duas conselheiras: mamãe e a bonequinha... que curiosamente costumam ter sempre a mesma resposta pra tudo que pergunto.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Feitos um pro outro!!!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
Não é que deu certo!

Faz as continhas aí:
1) Escolha um número de noites por semana que você gostaria de jantar fora.
2) Multiplique esse número por 2
3) Adiciona-lhe 5
4) Multiplica o por 50
5) Se a data do seu aniversário já passou esse ano, adicione 1755. Se ainda não passou adicione 1754
6) Subtraia o número correspondente ao teu ano de nascimento (aaaa)
Você deve obter um número com 3 algarismos.
O primeiro algarismo deverá ser:
- o número de vezes por semana em que gostaria de ir jantar num restaurante.
- os dois últimos algarismos correspondem a tua idade.
Pra vc deu certo?
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Picada pela tsé tsé?

X
Ai, que sono!!!
- Ela está dormindo há horas e eu não consigo acordá-la!
Então minha amiga concluiu:
- Ah! Foi picada pela tsé tsé!
Moral da história: Pra curar a alergia preciso parar de coçar, e pra isso, só dormindo!
quarta-feira, 29 de novembro de 2006
Grandes pequenas coisas ao nosso alcance - Parte I - O passeio histórico



Dessas fotos aí de cima, a que está à esquerda é de dentro do bondinho funicular (durante a subida) que nos leva ao alto do morro de Monte Serrat ( http://www.monteserrat.com.br/ ), que diz a lenda que este lugar era um mirante para avistar possíveis invasores holandeses e quando estes chegaram e estavam subindo , houve um milagre em que a santa (Nossa Senhora de Monte Serrat) fez com que pedras rolassem e matassem os tais invasores. A imagem da direita é lá de cima, foi tirada do lindo mirante, lá tem também uma igrejinha (foto centralizada) e lindos salões, onde aconteciam festas de casamento bem chiques, além de no passado funcionar um glamourioso casino. Aliás, eles estão tentando revitalizar esse clima de festas. É super legal, mas imagina esperar todos os convidados subirem de bondinho, que deve transportar mais ou menos 25 pessoas... Além da brincadeira ficar cara, já que o transporte custa R$12,50 por pessoa! Fora o aluguel dos salões e tal...
Bom, na sequência fomos ao centro histórico. Lá foi muuuito legal, passeamos de bondinho ( à esquerda). É daqueles antigos mesmo, de verdade, o mesmo usado até o fim da era dos bondes como transporte coletivo. Daí, partimos para o Museu do Café ( http://www.museudocafe.com.br/ ). Nossa, um lugar tão cheio da nossa história que cheguei a me comover... Soube que o Vô do Rodrigo e talvez o Pai dele esteviveram por ali, o Pai do Carlos tinha uma cadeira na bolsa oficial do café... muitas fotos de tudo... o que me emociona muito, saber que aquelas pessoas estiveram ali mesmo há muito tempo atrás e que jamais imaginaram que estaríamos olhando pra elas hoje... Ah, no museu (que era antiga Bolsa Oficial do Café - na foto à direita) vale destacar que o piso, o teto e um vitral (foto centralizada) são lindíssimos! Ah, é claro, fora a cafeteria de lá, que é chiquérrima e deliciosa!!! Adorei!